O QUE SÃO NEGÓCIOS DE IMPACTO?

“Negócios de Impacto” é um termo guarda-chuva que abrange todas as formas possíveis disponíveis a empresas privadas para contribuírem intencionalmente para a resolução de desafios sociais e ambientais.

Representa um passo à frente na convicção tradicional de que a única maneira de enfrentar problemas sociais é por meio de ação governamental ou atividades filantrópicas, e a única finalidade das empresas é alavancar seus lucros.

A contribuição do setor privado para o bem-estar social assume muitas formas e é abordada de maneiras diversas ao longo da história. Desde a década de 1960 as empresas gradualmente abraçam a necessidade de adotar práticas de Responsabilidade Social Corporativa (RSC). A RSC tem alcance interno – processos endógenos que visam melhorar o bem-estar e a diversidade da força de trabalho – e um alcance externo – a busca voluntária de impactos positivos na sociedade e no meio ambiente. Com mais frequência, as empresas estão atingindo as expectativas de seus acionistas, em âmbito micro e macro, respondendo às demandas de seus funcionários, clientes e comunidades impactadas, fortalecendo suas marcas.

Outras empresas produzem serviços e produtos que representam uma contribuição direta para o desenvolvimento econômico e social. As suas políticas de RSC não são subúrbias às operações, mas representam o seu core business. São o que chamamos de empresas de impacto.*

Em anos mais recentes, instituições financeiras globais e detentores de ativos começaram a adotar práticas socialmente conscientes. Essa tendência foi cunhada como “investimentos sustentáveis” e descrita pela US SIF como “uma disciplina de investimento que toma em consideração critérios ambientais, sociais e de governança corporativa (ESG) para gerar retornos financeiros competitivos de longo-prazo e impacto social positivo.” Investimentos sustentáveis são uma resposta à crescente conscientização nos setores público e privado de que os desafios que a sociedade enfrenta no século 21 são demasiadamente amplos e complexos para ser confrontados exclusivamente por entidades governamentais e terceiro setor.

Independentemente de seu porte, geografia e área de negócios, todas as empresas têm potencial para contribuir para uma sociedade mais desenvolvida e sustentável. A mobilização e utilização de recursos deve ser feita em harmonia com objetivos financeiros mais tradicionais.

Várias tendências e pesquisas indicam que nunca líderes corporativos e acionistas estiveram tão conscientes como atualmente de sua responsabilidade social. A Granito & Partners auxilia empresas a maximizar o seu potencial contributivo.

 US$ 64 trilhões são geridos por fundos de investimento tradicionais que se comprometeram publicamente a incorporar fatores ambientais, sociais e de governança em suas decisões de investimento (UN Principles for Responsible Investment, 2016)


Ativos de investimento sustentável têm se expandido globalmente de forma muito significativa nos últimos anos, passando de $13.3 trilhões no início de 2012 para um total de US$ 21,4 trilhões no início de 2014. O aumento de 61% ultrapassou o crescimento do total de ativos geridos profissionalmente (Global Sustainable Investment Review 2014, GSIA)


Investimentos de impacto: 89% dos gestores relataram desempenhos financeiros alinhados ou acima de suas expectativas. Seis em cada dez inquiridos tiveram como objetivo retornos de mercado, 25% abaixo de retornos de mercado e 16% preservação de capital (GIIN and J.P.Morgan Chase, 2016)


87% dos milênios (pessoas nascidas depois de 1982) acreditam que “o sucesso de uma empresa deve ser medido de uma forma que vá além do seu desempenho financeiro”(Deloitte Millennial Survey 2016)


Os principais drivers da responsabilidade social corporativa são  “gestão de custos” (67%), “demanda do cliente” (64%), “porque é a coisa certa a fazer” (62%) e “fortalecimento de marca” (59%) (International Business Report, Grant Thornton, 2014)


66% dos consumidores globais afirmam que estão dispostos a pagar mais por produtos e serviços fornecidos por empresas comprometidos com o impacto social e ambiental. Representa um crescimento quando comparado com 2014 (55%) e 2013 (50%) (2015 Nielsen Global Sustainability Report)


Percentagem de CFOs que avaliam a responsabilidade social corporativa e a sustentabilidade como “moderadamente importantes ou muito importantes em suas estratégias de negócios”: 83% na África, 76% na América Latina, 67% na Ásia, 63% na Europa (Duke University/CFO Magazine 2013 Global Business Outlook Survey) 

 

* Empresas que contribuem diretamente para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (SDG). Geralmente, essas empresas operam nos setores de energia limpa, tecnologia com impacto social, transporte sustentável, finanças (incluindo microfinanças), turismo sustentável, educação, saúde, infraestrutura, cultura, inovação, telecomunicações, agronegócio e desenvolvimento urbano sustentável e competitividade.

  Click to listen highlighted text! O QUE SÃO NEGÓCIOS DE IMPACTO? “Negócios de Impacto” é um termo guarda-chuva que abrange todas as formas possíveis disponíveis a empresas privadas para contribuírem intencionalmente para a resolução de desafios sociais e ambientais. Representa um passo à frente na convicção tradicional de que a única maneira de enfrentar problemas sociais é por meio de ação governamental ou atividades filantrópicas, e a única finalidade das empresas é alavancar seus lucros. A contribuição do setor privado para o bem-estar social assume muitas formas e é abordada de maneiras diversas ao longo da história. Desde a década de 1960 as empresas gradualmente abraçam a necessidade de adotar práticas de Responsabilidade Social Corporativa (RSC). A RSC tem alcance interno – processos endógenos que visam melhorar o bem-estar e a diversidade da força de trabalho – e um alcance externo – a busca voluntária de impactos positivos na sociedade e no meio ambiente. Com mais frequência, as empresas estão atingindo as expectativas de seus acionistas, em âmbito micro e macro, respondendo às demandas de seus funcionários, clientes e comunidades impactadas, fortalecendo suas marcas. Outras empresas produzem serviços e produtos que representam uma contribuição direta para o desenvolvimento econômico e social. As suas políticas de RSC não são subúrbias às operações, mas representam o seu core business. São o que chamamos de empresas de impacto.* Em anos mais recentes, instituições financeiras globais e detentores de ativos começaram a adotar práticas socialmente conscientes. Essa tendência foi cunhada como “investimentos sustentáveis” e descrita pela US SIF como “uma disciplina de investimento que toma em consideração critérios ambientais, sociais e de governança corporativa (ESG) para gerar retornos financeiros competitivos de longo-prazo e impacto social positivo.” Investimentos sustentáveis são uma resposta à crescente conscientização nos setores público e privado de que os desafios que a sociedade enfrenta no século 21 são demasiadamente amplos e complexos para ser confrontados exclusivamente por entidades governamentais e terceiro setor. Independentemente de seu porte, geografia e área de negócios, todas as empresas têm potencial para contribuir para uma sociedade mais desenvolvida e sustentável. A mobilização e utilização de recursos deve ser feita em harmonia com objetivos financeiros mais tradicionais. Várias tendências e pesquisas indicam que nunca líderes corporativos e acionistas estiveram tão conscientes como atualmente de sua responsabilidade social. A Granito & Partners auxilia empresas a maximizar o seu potencial contributivo.  US$ 64 trilhões são geridos por fundos de investimento tradicionais que se comprometeram publicamente a incorporar fatores ambientais, sociais e de governança em suas decisões de investimento (UN Principles for Responsible Investment, 2016) Ativos de investimento sustentável têm se expandido globalmente de forma muito significativa nos últimos anos, passando de $13.3 trilhões no início de 2012 para um total de US$ 21,4 trilhões no início de 2014. O aumento de 61% ultrapassou o crescimento do total de ativos geridos profissionalmente (Global Sustainable Investment Review 2014, GSIA) Investimentos de impacto: 89% dos gestores relataram desempenhos financeiros alinhados ou acima de suas expectativas. Seis em cada dez inquiridos tiveram como objetivo retornos de mercado, 25% abaixo de retornos de mercado e 16% preservação de capital (GIIN and J.P.Morgan Chase, 2016) 87% dos milênios (pessoas nascidas depois de 1982) acreditam que “o sucesso de uma empresa deve ser medido de uma forma que vá além do seu desempenho financeiro”(Deloitte Millennial Survey 2016) Os principais drivers da responsabilidade social corporativa são  “gestão de custos” (67%), “demanda do cliente” (64%), “porque é a coisa certa a fazer” (62%) e “fortalecimento de marca” (59%) (International Business Report, Grant Thornton, 2014) 66% dos consumidores globais afirmam que estão dispostos a pagar mais por produtos e serviços fornecidos por empresas comprometidos com o impacto social e ambiental. Representa um crescimento quando comparado com 2014 (55%) e 2013 (50%) (2015 Nielsen Global Sustainability Report) Percentagem de CFOs que avaliam a responsabilidade social corporativa e a sustentabilidade como “moderadamente importantes ou muito importantes em suas estratégias de negócios”: 83% na África, 76% na América Latina, 67% na Ásia, 63% na Europa (Duke University/CFO Magazine 2013 Global Business Outlook Survey)    * Empresas que contribuem diretamente para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (SDG). Geralmente, essas empresas operam nos setores de energia limpa, tecnologia com impacto social, transporte sustentável, finanças (incluindo microfinanças), turismo sustentável, educação, saúde, infraestrutura, cultura, inovação, telecomunicações, agronegócio e desenvolvimento urbano sustentável e competitividade.
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